28 de janeiro de 2007

Encontro de 27-1-2007

Pois é..No passado sábado, realizou-se mais um encontro do Grapa no CAIC.
Tudo começou, por volta das 19h30m, com o habitual jantar de partilha e convívio.
De seguida, todos os presentes, se deslocaram para a Capela, onde decorreu o resto do encontro.
Prosseguiu-se com uma leitura bíblica, que serviu de introdução ao resto do encontro. Depois, foram distibuídas umas folhas por todos, que serviram de auxílio à reflexão (introspecção) que se seguiu. Esta reflexão, consistia na avaliação de alguns items (escola, pais, Deus, amigos,..), construíndo um gráfico que revelasse a evolução de cada um (Passado, Presente e Futuro).
Após meia-hora de reflexão, os Grapantes partilharam sobre o gráfico que cada um obteve (nem todos os Grapantes partilharam, por isso a partilha vai ser concluída no próximo encontro).
No final, as novas Grapantes, Clara e Joana, foram admitidas num simbólico momento de admissão.



Joana e Pipoca..


Madalena, Gonçalo e Clara


Caloiras, preparadas para o rito de admissão..


Clara, Inês e Joana a escrever..

Joana e Xico


Gonçalo, Pipoca e Fifi..O pessoal do street racing!!!:)


Madalena, Joana, Inês, Lília, Clara e Diana


Micó, Madalena, João, Gonçalo e Pipoca


João e Fifi no jantar


Micó, Madalena, Joana e Xico


Fernando, Lília, Madalena, Xico e Fifi

Presenças: Micó, Fifi, Gonçalo, Pipoca, João, Fernando, Chico, Joana, Inês, Diana P., Madalena, Clara, Miriam e Lília.
Caros GRAPANTES,

creio que é muito bom termos começado reflectir e partilhar sobre as linhas da nossa vida. Deus também nos quer falar através da história da nossa vida..

E juntos conseguimos descobrir muito mais pegadas Dele na nossa biografia.

Esta introspecção na retrospectiva é capaz de orientar e iluminar os nossos próximos passos. Há tantos caminhos possíveis..

Sozinhos escolhemos os caminhos mais cómodos e largos. Mas queres uma vida seca? Juntos escolhemos as sendas mais estraitas e íngrimes!! Que aventura montanharussar ao encontro do Seu amor!

micha

P´ra semana há mais!

PS: não se esquecem planificar as actividades: Via Sacra e Vigília, Acção Social, Fim de semana, Eucaristia de S. Inácio, Éco e Olarilas...

23 de janeiro de 2007

Aborto: O que está em jogo!

Muito se tem falado, nos últimos dias, do aborto e do referendo que se vai realizar em Fevereiro.
Mesmo estando consciente que a maior parte do universo grapante ainda não tém poder de voto, acho necessário que todos estejam esclarecidos sobre esta questão, conhecendo o que o referendo irá permitir na questão do aborto. Assim, achei importante publicar uma coisinha sobre isso.
Espero esclarecer-vos ao máximo, e com o máximo de IMPARCIALIDADE.

Caso o resultado do referendo ao aborto seja a vitória do sim, há duas situações novas e acrescentadas à actual lei já em vigor de 1984 nesta questão. Vejamos primeiro o que já está na lei.

Hoje, em Portugal, segundo a lei de 1984 do Código Penal, no art. 142º, é legal praticar o aborto nas seguintes situações:

1. Durante todos os 9 meses em caso de perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psiquica da mulher grávida;

2. Durante as primeiras 12 semanas de gravidez no caso de perigo de morte ou de grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psiquica da mulher grávida;

3. Durante as primeiras 24 semanas de gravidez no caso de haver seguros motivos para prever que o nasciturno virá a sofrer, de forma incurável, de doença grave ou malformação congénita. Exceptua-se aqui o caso de situações de fetos inviáveis os quais podem ser feitos abortos durante todos os 9 meses.

4. Durante as primeiras 16 semanas no caso de que a gravidez tenha sido resultado de crime contra a liberdade e autodeterminação sexual (violações, por exemplo!)

A nova lei a ser aprovada no caso de no referendo vencer o SIM, acolhe todas estas situações como legais com duas alterações:

1. O aborto passa a ser feito em qualquer circunstância até às 10 semanas. Basta para isso que a mulher (e só a mulher!) consulte um centro de acolhimento familiar e invoque razões de preservação da sua integridade moral, dignidade social ou maternidade consciente.

2. O aborto passa a ser feito até às 16 semanas pelas razões de perigo de morte ou grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psiquica, da mulher grávida, designadamente por razões de natureza económica ou social.

Agora, amigos julgem por vocês mesmos! A verdade é que há muita confusão nas pessoas acerca das razões para uma mulher abortar. Agora, já podemos opinar, sabendo do que estamos a falar.